COTIDIANO

Teatro sobre pedofilia é apresentado aos alunos do Rui Barbosa

Os alunos do ensino fundamental participaram dos teatros, enquanto que nos colégios estaduais os estudantes participaram de vídeos que abordavam o tema

Mal. Cândido Rondon
APRESENTAÇÃO | 19/05/2017 09h48

Teatro sobre pedofilia é apresentado aos alunos do Rui Barbosa (Foto: Divulgação/ Assessoria )

Os alunos do Ensino Fundamental I, do Colégio Luterano Rui Barbosa, de Marechal Cândido Rondon, participaram nesta sexta-feira (19), da apresentação do teatro “O carinho que entristece o coração”, promovido pela Igreja do Evangelho Quadrangular, em parceria com a Secretaria de Assistência Social do município, integrando a Campanha Faça Bonito, que está sendo desenvolvida neste mês de maio. O teatro contou a história de uma menina que estava sendo violentada por um adulto, mas com o auxílio de dois amigos, ela conseguiu pedir a ajuda da professora e então solucionar o problema que estava passando.

Conforme o orientador social, responsável pelo Centro de Referência de Assistência Social (Creas de MCR), Julio Cesar, a campanha Faça Bonito atingiu cerca de 7.500 alunos da rede municipal, particular e estadual. Os alunos do ensino fundamental participaram dos teatros, enquanto que nos colégios estaduais os estudantes participaram de vídeos que abordavam o tema.

Segundo o pastor da Igreja do Evangelho Quadrangular, Jair Kruger, este é o quinto ano que eles realizam as apresentações deste teatro. “Nosso objetivo continua sendo prevenir e ensinar que todas as crianças são especiais e que elas podem ser ajudadas pelos adultos. Assim, como têm pessoas adultas que fazem mal à elas, também têm adultos que estão dispostos a ajudar”, destaca.

A auxiliar de coordenação do Rui Barbosa, Claudete Sbardelotto Teixeira avalia que a programação foi muito importante. “Pedofilia é um assunto bastante delicado, mas que é importante e necessário. Este teatro, de uma forma lúdica e divertida passa a mensagem e comunica muito bem as crianças sobre este temática e como elas podem e devem pedir ajuda”, finaliza.

Com informações de Assessoria


  


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